Se hacen fotocopias começou por ser uma coisa e acabou noutra. E está tudo bem. Afinal, “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” — Antoine Lavoisier, Lei da Conservação da Massa.
Mas então, se Se hacen fotocopias já não é o que começou por ser, o que é afinal?
Simplificamos começando por dizer o que não é.
Não é um bolo de arroz.
Não é uma prestação do banco.
Não é um par de meias, nem um serviço de jantar da avó.
Se hacen fotocopias definitivamente não é um passeio em família no parque, e muito menos é politicamente correto.
Se hacen fotocopias é doom scroll.
É uma torradeira em ácidos.
É TDAH a andar de montanha russa,
Um Gremlin molhado em cima de um touro mecânico dentro de um acelerador de partículas.
É um conjunto de coisas que, juntas, formam uma só: a coisa. A GRANDE COISA.
Uma espécie de Blob (Physarum polycephalum): organismo unicelular, não classificado como animal, fungo ou planta, mas sim como protista. Conhecido pela sua inteligência sem cérebro, consegue aprender, resolver labirintos e regenerar-se rapidamente. Tem cerca de 720 sexos, pode tornar-se imortal em estado seco e move-se a 1 cm/h.
Se hacen fotocopias não se presta a explicações. Existe.
Mas talvez, de quando em vez, seja um reflexo - fotocópia? da(s) realidade(s). Visíveis (ou invisíveis) que pairam por aí.
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M/18
Local: Tuna Musical de Santa Marinha
30 de Maio - 21h30
31 de Maio - 18h
Apresentação Final Turma de Teatro [B]
Direcção: Jaime C. Soares
Cobaias/Intérpretes: Carlos Franclim, Catarina Pinto, Francisco Barbosa, Fritz Mende, João Costa, Jorge dos Santos, Margarida Pereira, Maria João Costa, Pedro Pardinhas e Uxía Hermida.